Sunday, May 28, 2006

Também era apanhá-los…

Aos gajos que votaram na “Princesa” para o Globo de Ouro de Melhor Música… Era apanhá-los duas vezes.

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Era apanhá-los…

Aos gajos que fazem as músicas de apoio à Selecção Nacional.

 

Luís Peixoto, the Scottish 

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Sunday, May 21, 2006

Se voltaria a fazê-lo?

“I would rather have had one breath of her hair, one kiss from her mouth, one touch of her hand, than eternity without it. One.”

Seth - City of Angels

 

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Thursday, May 18, 2006

Ausência da lógica

Um quarto desarrumado. Uma casa ainda mais desarrumada. Uma noite longa, muito longa… Um enjoo matinal… A manhã parece a mesma de todos os outros dias. Um homem, sentado. A ouvir, a ver, a escrever. A lembrar-se de todos os momentos. Que viveu. Que não viveu. Um homem que ainda se lembra do perfume. Do sorriso. Das roupas.
Ele sabe que não suporta uma ausência como aquela. Mas continua a olhar para a frente e a pensar.

“Talvez tudo isto tenha um propósito lógico…” - pensa ele…

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Saturday, May 13, 2006

You’ll never walk alone

Caro amigo, não vais caminhar sozinho. Ninguém merece isso, mas tu ainda mereces menos do que todos nós. Só para que saibas, que vamos estar por cá, como sempre estivemos, como sempre estiveste. Chegou a hora de retribuír.
Vamos à luta?

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Saturday, May 6, 2006

Não sei parar

“Eu não sei parar de te olhar
Não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar”

Música “É isso aí” de Ana Carolina

 

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Thursday, May 4, 2006

Divagando

São 16:02. Estamos a entrar na A3, em direcção a Braga. Afinal não encontramos o que queriamos. Valeu pelo passeio. Olho em frente, o céu mostra-me nuvens bonitas, a atravessarem um fundo azul que se perde na distância do olhar. Recuo alguns anos e volto a pensar como criança. Imagino as mais diversas formas nas nuvens. Esta é uma típica tarde de Primavera. Como eu gosto. Como todos gostamos. Uma água fresca e uma bela esplanada, caía bem. Mas agora estou no carro. E continuo a pensar na esplanada. Olho à volta e vejo tanto verde. É assim que eu gosto do meu Portugal. Por momentos, a música leva-me para outro lado qualquer. Não sei onde, mas estou longe. Nostálgico, lembro-me dos tempos de criança. Jogar à bola, brincar, ver o Tom Sawyer, não pensar em muita coisa. Cresci. Mais do que em idade, cresci como homem. Mas ainda há tanto para aprender, para crescer. Faço mentalmente o balanço desde ultimo ano lectivo. Não acabou, mas já faltou mais. Sinto que, mais importante do que conhecimentos de Psicologia, aprendi a ser mais eu. Aprendi a não ter medo das emoções, de as demonstrar. E que bom que é dizê-lo a toda a gente.
Hoje sinto-me um pouco como a própria meteorologia. Alegre, esperançado, embora com algumas nuvens a cobrir o azul, sinto que o azul é muito maior do que o branco das nuvens. Acho que aprendi a ser como a “Ephemera“. A viver o momento, a sentir tudo o que posso. Sérgio Godinho diz “A vida é feita, de pequenos nadas.”. Concordo. A soma de todos estes nadas, fazem o todo. Parece que as palavras me querem fugir, os pensamentos são demasiado rápidos para conseguir acompanhá-los com os dedos no teclado. Adoro a sensação que as viagens transmitem. De liberdade. De não compromisso. Sinto- me livre.
Braga é já ali. Estou em casa, novamente. E é em minha casa que estão as pessoas que eu amo. Sinto o calor, fora e dentro de mim. A beleza de estar em casa reside no facto de nos sentirmos próximos daqueles que nunca nos falham. Hoje quero apenas uma coisa. Sentar-me algures, a beber qualquer coisa, a olhar para qualquer lado, com qualquer alguém. Hoje quero ver o Sol. Quero sentir cada raio de luz a queimar a minha pele. Olá Braga. Outra vez. Vamos tomar qualquer coisa juntos? Claro que sim. És a cidade que nunca me falha. Como eu te amo. Mesmo conhecendo muitas, continuas a ser minha preferida. Até o teu ar é diferente dos outros. Conheço-te bem. Envolves-me com os teus braços. Chega-te ao pé de mim. Vamos ficar aqui, eu e tu.

“Não dances tão longe, que eu já te vi…”

Chegamos. 16:26. Tás linda.
É tão bom estar em Braga…

Luís Peixoto, the Scottish

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Passeio em Gaia

Ponto número um. Estamos perdidos em Gaia. Até ao Porto, tudo bem, é sempre em frente… Parados numa bomba de gasolina, tentamos saber para onde devemos ir. Começo a achar que não é hoje que encontramos o que queremos. Alto. Afinal vai ser hoje. Já estivemos na rua que deviamos estar, mas nao sabiamos. Voltamos para trás. Escrevo isto porque estes momentos devem ficar documentados. Principalmente quando o Mateus vai ao volante. Com o Miguel atrás a mandar bocas. E eu a escrever. Parece que tudo se compõe. Agora dá Toranja no rádio. Este CD já deve estar farto de rodar. Mais um pouco e estávamos em Lisboa… “Sabes quando te começa a doer a barriga com a sensação que não sabes onde estás?” - diz o Mateus. Pois… Sei. Mas uma coisa é certa, o Mundo é redondo, havemos sempre de encontrar o caminho de volta. Não sei se é só de mim, mas detesto sentir que não estou em casa. É uma antítese, porque adoro viajar. Mas não gosto desta sensação de estar fora do meu “aquário”. Mas se não fossem estes momentos, não tinha nada que escrever neste momento. Já só vemos placas de indicações. “Porto - Arrábida - Gaia - Canelas - Feira - Lisboa - Porto - Braga”. Parecem todas iguais. A palavra “Gaia” já se confunde com um nome conhecido. Pelo menos está Sol. Bom tempo. Acho que estamos a chegar. Vamo-nos rindo. Toca a música “Fogo e Noite” no rádio. Curioso… Eléctricos, carros, semáforos. E nós a ver… Literalmente a ver… Acho que vamos encontrar a rua que queremos.

Luís Peixoto, the Scottish

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Wednesday, May 3, 2006

Por saber que sim

Porque

“Porque os outros se mascaram mas tu não
 Porque os outros usam a virtude
 Para comprar o que não tem perdão
 Porque os outros têm medo mas tu não

(…)

 Porque os outros vão à sombra dos abrigos
 E tu vais de mãos dadas com os perigos.
 Porque os outros calculam mas tu não.”

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Monday, May 1, 2006

Manifesto

Eu, na qualidade de único autor deste blog, defino aqui regras básicas de utilização.
Declaro que só poderá entrar neste espaço quem cumprir pelo menos três dos cinco requisitos a seguir definidos:

- Saber cantar a música do Tom Sawyer completa e imaginar mentalmente o genérico dos desenhos animados;

- Conhecer de trás para a frente os episódios do “Bocas”;

- Ter visto durante a sua infância, pelo menos 95% dos episódios do “Vickie, o Viking”;

- Saber prever o que acontece em todos os “Tom & Jerry”;

- Conhecer o significado que as palavras “Lasanha” e “Dormir” têm para o Garfield.

 

Luís Peixoto, the Scottish

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