Meu lótus azul
Eu bebi, sem cerimónia o chá
à sombra uma banheira decorada,
num lago de jambu
E dormi, como uma pedra que mata
senti as nossas vidas separadas,
aquário de ostras crú
Ana Lee, Ana Lee
meu lótus azul,
ópio do povo,
jaguar perfumado,
tigre de papel
Ana Lee, Ana Lee
no lótus azul,
nada de novo
poente queimado,
triângulo dourado.
Se ela se põe de vestidinha,
parece logo uma princezinha,
num trono de jasmim.
E ao vir-me,
embora em verde tónico,
no país onde fumam as cigarras,
deixei-a a sonhar por mim.
Gnr - “Ana Lee”
Em repeat por estes dias. Sem parar.
Luís Peixoto, the Scottish
Posted by in 21:53:51
“E ao vir-me,
embora em verde tónico,
no país onde fumam as cigarras,
deixei-a a sonhar por mim.”
Genial este verso. O mais engraçado é que só muito tarde percebi o que queria esta canção dizer… E tu bale já sabes?
Ainda não sei. Mas aposto que o Rui Reininho tem uma personalidade hilota.