The Chunnel
Hoje fui acordado às 10 da manhã pelo vizinho de cima a escavar o túnel do Canal da Mancha por cima do meu quarto…
O gajo que inventou o berbequim é provavelmente do mais sádico que há…
Luís Peixoto, the Scottish
Hoje fui acordado às 10 da manhã pelo vizinho de cima a escavar o túnel do Canal da Mancha por cima do meu quarto…
O gajo que inventou o berbequim é provavelmente do mais sádico que há…
Luís Peixoto, the Scottish
Ao Verão do ano de 2007…

Por muito Verão que já tenha visto, nenhum deles é igual ao que tu provocas em mim…
Luís Peixoto, the Scottish
Cada vez mais… JT’M.
You and me and,
Me and you,
In my little room,
There’s room enough for us to do,
The things we like to do.
Oops, I hit my elbow on the doorknob,
Its right there,
It’s by the bed next to my head,
But I don’t even care.
There’s stars up on the wall,
And they all glow in the dark,
And we can hear the children playing,
Outside in the park.
There’s bars on the window,
And if there were a fire,
We’d burn up for sure,
But that’s just fine by me ’cause,
We would be together ever more.
In this little room,
In the big city we’re so far,
From the people that we knew in,
My big ol’ blue car.
But if we stick together,
Then I know we’ll be ok,
’cause when it gets too cold outside,
This room is where we’ll stay.
Norah Jones - “Little Room”
Luís Peixoto, the Scottish
Vídeo sugerido pelo Acosta.
Caro amigo Sr. Springfield,
Só para lhe dizer que talvez se tenha enganado na etiquetagem dos corsários à venda nas suas lojas.
Na realidade o tamanho XL serve, mas é provável que seja a um dos setes anões da Branca de Neve.
Luís Peixoto, the Scottish
Tenho 9 dias para terminar o que não comecei. Faltam-me 30 páginas para mostrar a um psicólogo que sei realmente coisas sobre aquilo, quando na realidade não sei. Faltam ainda os exames, mas não me apetece muito pensar sobre eles. Três anos depois, interrogo-me sobre tudo o que fiz e deixei de fazer. Não me arrependo minimamente de ter faltado a alguma aula para ir ao Gerês, à praia, para passear contigo pelas ruas da cidade, para me sentar na Sé a falar com Ele, para jogar PES com o Bósnia ou simplesmente para ficar na sala da Tuna a arranhar as guitarras. Não me arrependo mesmo nada das vezes em que fiquei a dormir e disse mentalmente um bem sonoro “Para o caralho …” para as aulas. Arrependo-me dos “pregos” que fiz em muitas aulas. Podia muito bem ter ficado a dormir. Começo a sentir uma ligeira irritação na parte superior da boca cada vez que me perguntam: “Já sabes que mestrado vais tirar?”. Não é por nada, mas eu não me chateio se começarem a cagar nisso. A sério. Deixem-me primeiro pensar o que vou fazer nas férias. É que muito sinceramente, tirar um mestrado no próximo ano é das últimas coisas que me apetece fazer. E parece que a Universidade Católica acha o mesmo… Estou mais interessado neste momento em descobrir o caminho marítimo para as Berlengas do que em tirar um mestrado. Nem é por preguiça. É mesmo uma questão de motivação (intrínseca). Já que da extrínseca trata quem me chateia todos os dias com essa questão. A Psicologia é uma coisa bonita. É fofinha. Ajudar os outros e tal, resolver os problemas mundiais, trazer a paz ao Mundo e tornar isto num campo de trigo dourado onde convivemos lado a lado com leões e rinocerontes (tipo nos livrinhos dos Jeová). É realmente bonito, mas não é para mim. Eu gosto pouco de conceitos pouco palpáveis. Coisas flutuantes. Sempre detestei os números imaginários na Matemática por isso mesmo. Tinha que imaginar muito. A Psicologia é a mesma merda. Não há coisas para pegar. Está tudo a flutuar no vazio. O que seria interessante de aplicar a nós mesmos. Tipo astronauta. Mas em três anos de curso não aprendi isso. O que é uma merda. Ao que eu pago por mês até devia aprender a levitar. É incrível como é possível passar um ano inteirinho sem fazer um valente pénis. Mais incrível se torna quando esse ano é o último ano de uma licenciatura. Embora seja uma licenciatura com “excelência de conteúdos”. Pelo menos é o que diziam no primeiro ano.
Na Psicologia nunca vou ter rendimentos que me permitam comprar um Aston Martin, um apartamento bem no centro de Paris e uma vivenda no sul de Itália.
Nunca dei para jogador de futebol. É preciso correr…
Apesar de sempre achar que seria o próximo James Bond, nunca me contactaram para isso. E acho que se não o fizeram até agora…
Na música, embora saiba que sou o sucessor natural do Júlio Iglesias, acho que nunca me vão dar a oportunidade de o provar…
Sempre posso abrir um bar com o Bósnia. Daqueles com um varão no meio…
Luís Peixoto, the Scottish