Tuesday, October 10, 2006

Um dia como outro qualquer

Uma chuvinha daquelas lá fora, um quarto quente com luz a meio-gás. Um Jazz daquele que aquece a alma, num computador onde se desfolham recordações de todo o tipo. Só falta um Garden State no leitor de DVD. Tudo isto depois de um dia que mais pareceu uma semana.

Já agora, tragam um chocolate quente que eu fico cá para sempre…

E siga, que amanhã há mais.

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Saturday, October 7, 2006

Pertinente

Já que falamos de cinema… “Wicker Park”. Em português, “O Apartamento”.

Esta é uma daquelas coisas que nos fazem acreditar que é sempre possível voltar ao início, baralhar e dar de novo…

Ainda não viram o filme? Pois, ninguém é perfeito…

 

Luís Peixoto, the Scottish

Posted by Scottish at 18:14:37 | Permalink | Comments (3)

Thursday, October 5, 2006

O Filme

Este é o filme da minha vida. Sobre as coisas simples da vida. Sobre nós. E não sei dizer muito mais.
Desculpa “Braveheart”…

 

Luís Peixoto, the Scottish

Posted by Scottish at 17:28:04 | Permalink | Comments (2)

Em screensaver

Acordem as 08:25. Vistam o traje académico. Calcem aqueles sapatos que foram feitos a pensar em tudo menos em conforto. Façam 5 minutos de autocarro, mais 10 a pé. Praxem todo o dia, não descansem muitos minutos seguidos, berrem com os caloiros, vão até à Avenida, caminhem sobre a lama dos jardins, almoçem em 10 minutos, continuem a praxar até ao fim do dia. Cheguem a casa. Tirem o traje. Tomem um banho. Durmam uma hora no sofá. Jantem e saiam. Sentem-se numa mesa com os amigos nos bares da UM. Não se esqueçam que estão lá mais 500 pessoas do que o normal. Tentem entrar no B.A. Esqueçam… Vão para o Insólito. Descansem um bocado. Pouco, porque já lá estão milhares de pessoas de novo. Fiquem lá um par de horas. Demorem 5 minutos a atravessar todo o bar. Mais 5 para pagar. Vejam a saída tapada por pessoas que se amontoam para entrar. Caminhem agora 10 minutos a pé até ao carro. Cheguem a casa. Metam a chave na porta da rua. Esperem pelo elevador. Metam a chave na porta de casa. Estes últimos passos são feitos em modo de piloto automático. Ou em “screensaver”, como preferirem.

Agora durmam mais do que 10 horas. E habituem-se a usar mais vezes o piloto automático. Dá jeito.

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Sunday, October 1, 2006

Um, dois, três, quatro…

Hoje é o Dia Mundial da Música. Eu sei, é como o Natal… É quando um homem quiser. E por mim pode ser todos os dias. Apesar de hoje existirem dias para tudo, este é mais do que merecido. Quantos de nós conseguem viver sem música? Aposto que nenhum. Já todos demos por nós a pensar a quantidade de música de ouvimos. Já todos desejamos decorar matéria para um exame da mesma forma que conseguimos decorar todas as letras de todas as músicas daquele álbum… Seja aquele dos Toranja, da Norah Jones, ou do Damien Rice. Acho que os consigo cantar (mal) do inicio ao fim. É este o poder da musica. É estranho. Mas sabe bem. Alguém consegue passar um dia sem ouvir um único acorde de uma qualquer música? É como o ar que respirámos. Tirem-nos a música, que nos tiram a vida. E não tenho medo de falar por todos. Porque independentemente dos gostos de cada um, sabemos que todos precisamos da música. E lá porque toco bateria não quer dizer que perceba mais disto do que outros. É por isso que a música tem a força que tem. Não precisamos de a perceber. Só temos que a ouvir… A forma como nos entra direitinha pelo peito dentro não depende de sabermos em que compasso ela é tocada. Ou em que acordes. Já pensaram porque é que há músicas que parecem ter sido feitas para nós? Será porque somos todos iguais? Não sei… Nem vou saber. Só sei que aquele “friozinho” na barriga que sentimos quando ouvimos o primeiro acorde daquela música tão especial é algo indescritível. E também não preciso de o descrever, todos o conhecemos. A música está connosco até ao fim. Mas mesmo até ao fim. Aposto que daqui a 50 anos ainda nos lembramos daquela música que estava a tocar naquele momento. Ou daquela que marcou um ano da nossa vida. Ou mais. E isto é a música. Mais do que um conjunto de acordes que num determinado ritmo fazem uma melodia, mais do que uma pauta adornada por uma clave de sol, mais do que tudo isso. E a maior beleza de todas, é saber que se hoje ouvimos Damien Rice e olhamos lá para fora com a sensação de que nos falta algo na vida, amanhã podemos estar a ouvir Franz Ferdinand com toda a irreverência possível no meio de um qualquer local público e lembrar que afinal, não nos falta assim tanto como pensamos. Porque a música é como a vida. Um carrossel de acordes. Ora secos, ora doces. E nós só temos que entrar no carrossel quando ele passa por nós. E seja o compasso ternário ou quaternário, só temos que saber entrar no ritmo certo. O resto toca sozinho.

 

Luís Peixoto, the Scottish

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Tuesday, September 26, 2006

No surprises

Hoje apetece-me escrever. Dizer que estou cansado, que tenho sono… Ou dizer que ainda agora comecei. Dizer algo basta. Olhar para uma folha em branco e saber que aqui posso ser. Hoje apetece-me ser o Super-Homem. Apanhar os bandidos. Ter poderes. Voar mais alto. Pegar em aviões. Salvar o Mundo. Mas também quero ser o mais reles dos super-heróis, aquele que não tem um uniforme feito à medida, o que não salva o Mundo, o que não tem poderes. Mas que tenta ter. E o que é incrível é que isto tudo me apetece no mesmo dia. Hoje apetece-me sentir-me mais vivo do que nunca. Se pudesse, acho que tentava atravessar uma ponte de 250 metros de altura e de 50 centímetros de largura. Ou ficar preso num elevador mais do que 5 minutos. Isso fazer-me-ia sentir vivo. A sério. Mas ao mesmo tempo não me apetecia muito. Acho que prefiro escrever num blog qualquer. Pode ser no meu… É igual. Hoje, estupidamente, apetece-me subir ao topo da Eiffel. Só para pensar na infinidade de coisas que não conheço. E já agora, dizer lá do topo algo bem alto. Mesmo que ninguém perceba. Mas porque é que isto tudo me apetece num só dia? Deve ser mania minha. Que mania de viver tudo no mesmo dia.

Estou estourado. De cansaço. De sono.
Alguém é capaz de fazer entender a este apressado de que não há pressa rigorosamente nenhuma?

 

Luís Peixoto, the Scottish

Posted by Scottish at 23:31:32 | Permalink | Comments (1) »

Sunday, September 17, 2006

Eu também

I have climbed highest mountains
I have run through the fields
Only to be with you
Only to be with you
I have run
I have crawled
I have scaled these city walls
These city walls
Only to be with you

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for

I have kissed honey lips
Felt my healing in her fingertips
It burned like fire
This burning desire

I have spoke with the tongue of angels
I have held the hand of a devil
It was warm in the night
I was cold as a stone

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for

I believe in the kingdom come
Then all the colors will bleed into one
Bleed into one
Well, yes I’m still running

You broke the bonds
And you loosed the chains
Carried the cross
Of my shame
Of my shame
You know I believed it

But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for
But I still haven’t found what I’m looking for

U2 - I Still Haven’t Found What I’m Looking For

 

Merda.
Preferia ouvir a outra.

 

Luís Peixoto, the Scottish

Posted by Scottish at 03:08:28 | Permalink | No Comments »

Thursday, September 14, 2006

Evidências meus amigos, evidências…

 
 
O programa não falha… Não sei… Evidências… E falta ali o David Hasselhoff…
Depois digam que acreditam em coincidências e não sei quê… 
 
 
 
Luís Peixoto, the Scottish 
Posted by Scottish at 14:56:34 | Permalink | Comments (3)

Monday, September 11, 2006

Acho que voltei

 
Eu disse que voltava já…
De cara e alma lavada.
Espero eu…
 
 
Luís Peixoto, the Scottish
Posted by Scottish at 18:14:43 | Permalink | Comments (2)

Saturday, September 9, 2006

Volto já.

 
 
E agora, três dias aqui.
 
Até segunda.
 
 
Luís Peixoto, the Scottish 
Posted by Scottish at 13:41:33 | Permalink | Comments (2)